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P.S. Eu te Amo
Um estudo mostra os principais entraves nos primeiros dez anos de vida a dois.
O que fazer para nunca transformar seu príncipe encantado num sapo
Autor: Nicole Blades, Leslie Goldman e Mariana Sgarioni Fotos: Ondrea Barbe

No começo, até debaixo d’água o amor era mais gostoso. Mas de repente... Mais de 25 anos depois de a Blitz gravar o hit Você Não Soube Me Amar, a queixa de que o romance muda – para pior – continua. Na vida real, porém, as transformações não surgem da noite para o dia.

Quais as mudanças mais freqüentes após dez anos de vida a dois? O que pode ser feito para evitá-las? Buscamos as respostas numa pesquisa online com mil mulheres que há pelo menos uma década experimentam os altos e baixos ao lado do mesmo homem. Você talvez diga que o coração dispara cada vez que ouve a voz do Fofucho – Mô, Neném, tanto faz o apelidinho constrangedor que você dá a ele – e que os problemas revelados não se aplicam no seu caso. Pode até ser – por enquanto. “No começo do namoro, o casal está empolgado com a novidade”, diz o psicólogo Roberto Banaco, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Com o tempo, acaba a surpresa.” De olho na longevidade do seu relacionamento, Women’s Health colheu truques para você nunca transformar seu príncipe encantando num sapo.

1. ACABOU O PAPO NA CAMA

O que diz a pesquisa
Durante seus primeiros anos juntos, 68% dos casais conversam e se tocam depois do sexo. Depois de cinco anos, cerca de metade ainda cultiva o hábito. Mas, depois da marca dos dez anos, apenas um terço faz algo além de virar para o lado e dormir.

Por que isso acontece?
No início, temos necessidade de abraçar e de sentir o corpo do outro depois do sexo. “Isso acontece porque não conhecemos direito o parceiro”, diz o psicanalista Scott H altzman, co-autor do livro The Secrets of Happily Married Women (Os segredos das mulheres casadas felizes), ainda inédito no Brasil. Mais: é depois do sexo que você se sente mais próxima do seu parceiro e encontra as condições para se confessar. Só que, conforme os casais se conhecem melhor, deixam de se preocupar com o outro para se voltar a si mesmos. Com mil compromissos, acaba a vontade de passar a noite conversando. Além disso, segundo Banaco, há uma diferença comportamental: “O homem acha que a companhia física é suficiente, enquanto a mulher sente necessidade de falar”. Moral da história: nos primórdios do namoro, quando ele batia altos papos na cama, só estava se esforçando para agradar.

Estratégia pró-amor
Antes que ele durma, saque da cartola perguntas que você fazia no começo do namoro, como “Você alguma vez já...?” (A gente aposta que as respostas mudaram.) “E le voltará a ser fascinante para você”, diz a terapeuta Bethany Marshall, autora do livro Deal Breakers: When to Work On a Relationship and When to Walk Away (Quando batalhar por uma relação e quando cair fora), sem tradução para o português.

2. SÓ NO PAPAI-E-MAMÃE

O que diz a pesquisa
Até o primeiro aniversário de namoro, 25% das entrevistadas testam novas posições algumas vezes em um mês. E sse número despenca para 15% depois de cinco anos. Depois dos dez anos, apenas 11% experimentam novidades.

Por que isso acontece?
No início, os casais se contorcem na cama para descobrir o que enlouquece o parceiro. “Conforme o tempo passa, um já sabe do que o outro gosta e a busca por novidades deixa de ser prioritária”, diz H altzman.

Estratégia pró-amor
Mesmo quem não tem problema nessa área precisa buscar novos caminhos. “Caso contrário, você liga o piloto automático e a paixão se apaga”, diz Haltzman. Ordens do doutor: invente idéias para o ano todo. Pense em como gostaria de expandir o repertório e programe-se para testar as novidades uma vez por mês. De transa na escada de incêndio a uma maratona sexual, vale tudo para se sentir excitada – mas não ansiosa.

3. O DINHEIRO VIR OU COLETIVO

O que diz a pesquisa
Do primeiro ao terceiro ano de relacionamento, 75% das mulheres mantêm conta bancária separada da de seu companheiro. Entre o quinto e o oitavo ano, 25% têm três contas (a dele, a dela e a conjunta). Depois dos dez anos, 64% contam apenas com uma conta conjunta.

Por que isso acontece?
Dayana Yochim, autora do livro Couples and Cash: How do Handle Money with Your Honey (Casais e dinheiro: como conciliar suas finanças e seu amor), inédito no Brasil, atribui razões biológicas. “Os homens se voltam para novas oportunidades. Já as mulheres preferem segurança financeira”, diz. Como os desejos são diferentes – você quer aplicar em fundos conservadores e ele, apostar em bolsas estrangeiras –, deixe o dinheiro separado. Mas, como vocês têm contas em comum (escola das crianças, financiamento do imóvel, supermercado...), é conveniente manter uma conta conjunta.

Estratégia pró-amor
“Mesmo que sua relação esteja indo bem, mantenha sua própria conta corrente”, afirma Candace Bahr, co-fundadora do Women’s I nstitute for Financial E ducation. Juntos, vocês continuarão tomando decisões financeiras de longo prazo. Ao mesmo tempo, você não deixará de ser senhora do seu cartão de crédito. Quanto cada um deposita na conta conjunta? Dayana sugere que a contribuição seja proporcional ao salário.

casal
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